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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Cardápio de Natal e Ano Novo - 2013

Sua ceia de Natal com sabor de família feliz!

PRATOS PRINCIPAIS:

- Chester a Califórnia (de 3 a 4kg)
Chester assado e enfeitado com abacaxi, pêssego e ameixa em caldas
Preço: R$ 170,00

- Tender Bolinha (+ ou - 1,2kg)
Tender assado enfeitado com frutas ou simples
Preço: R$ 85,00

- Rocambole de Bacalhau (unidade)
Preço: R$ 95,00

SALADAS:

- Maionese I - batata, presunto e azeitona preta
- Maionese II - batata, petit pois, passas ou abacaxi e azeitonas verdes
Salpicão
Preço; R$ 65,00/kg

- Salpicão de Frango
Preço: 75,00/kg

- Salada Tropical - folhas e frutas
Preço: Media: R$ 70,00
           Grande: R$ 80,00

- Salada de Grão de Bico com Bacalhau
Preço: R$ 90,00/kg

ACOMPANHAMENTOS:

- Arroz a la Grega
Preço: R$ 38,00/kg

- Arroz com Lentilhas
Preço: R$ 28,00/kg

- Farofa de Bacon e Ovos
Torta de Frutas
- Farofa de Ameixa
Preço: R$ 35,00/kg

TORTAS:

- Coco
- Frutas
Preço: R$ 75,00

- Nozes
Preço: R$ 90,00

PAVÊS:

- Doce de Leite com Nozes
- Biscoito Champagne e Creme de Leite Condensado
Preço: R$ 65,00

BOLINHO DE BACALHAU

Preço: Congelado - R$ 55,00/kg
           Frito - R$65,00/kg

Rabanada




RABANADAS

Preço: Unidade - R$ 2,50
Pedido mínimo: 20 unidades


ATENÇÃO:

- Encomendas até 15/12/13 por e-mail: www.francellacafeteria@gmail.com
ou pelo telefone: 3027-3767

- Forma de Pagamento:
50% no ato do pedido e 50% na entrega

- Em caso de desistência após a data de 15/12/13, o valor do sinal (referente a 50% do valor total do pedido) não será devolvido.

- Os itens do cardápio são vendidos por kg ou peça inteira.


sábado, 19 de outubro de 2013

Comidinha Quentinha

Comidinha Quentinha: Contra filé acebolado, cenoura refogada, salada de couve-flor com vagem, arroz e feijão.

sábado, 21 de setembro de 2013

Panqueca na Francella

Curiosidades Sobre Panqueca
Fonte: http://www.jovensldf.com/

A versão mais conhecida diz que o feito se deve a uma mulher que acidentalmente derramou mingau na chapa quente do fogão a lenha e percebeu que este cozinhava muito rápido, transformando-se em uma massa maleável e gostosa.

Diz a história que o Papa Gelasio, no século V d.C., ofereceu panquecas para alimentar os esfomeados peregrinos franceses, que haviam chegado para festa da Canderola, que comemora o ritual de purificação da Virgem Maria após o nascimento de Jesus. Os franceses adoraram a ideia e a levaram de volta para a França onde ela passou a ser chamada de crepe, que significa crespo, pela forma adquirida pela massa depois de frita.

A panqueca “moderna” se tornou popular graças ao café da manhã norte-americano e a variedade de receitas criadas pelos franceses, mas foi aqui no Brasil que elas se tornaram únicas! Pessoas de vários países vem para cá conhecer a panqueca brasileira, porque do modo como nós fazemos aqui não é feito em nenhum outro lugar do mundo!

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Dia de Feijoada!

Feijoada Completa
Chico Buarque

Mulher, você vai gostar:
Tô levando uns amigos pra conversar.
Eles vão com uma fome
Que nem me contem;
Eles vão com uma sede de anteontem.
Salta a cerveja estupidamente
Gelada pr'um batalhão
E vamos botar água no feijão.


Mulher, não vá se afobar;
Não tem que pôr a mesa, nem dá lugar.
Ponha os pratos no chão e o chão tá posto
E prepare as lingüiças pro tiragosto.
Uca, açúcar, cumbuca de gelo, limão
E vamos botar água no feijão.
Mulher, você vai fritar
Um montão de torresmo pra acompanhar:
Arroz branco, farofa e a malagueta;
A laranja-bahia ou da seleta.
Joga o paio, carne seca,
Toucinho no caldeirão
E vamos botar água no feijão.

Mulher, depois de salgar
Faça um bom refogado,
Que é pra engrossar.
Aproveite a gordura da frigideira
Pra melhor temperar a couve mineira.
Diz que tá dura, pendura
A fatura no nosso irmão

E vamos botar água no feijão.


terça-feira, 3 de setembro de 2013

Feijão Tropeiro

Hoje é dia de feijão tropeiro!



Grão Maravilha
Descoberto absolutamente por acaso, o feijão carioca é o preferidos de 85% dos brasileiros
Por Walterson Sardenberg Sº // Fotos Reinaldo Mandacaru
www.revistagosto.uol.com.br

Há cariocas notórios, com todos aqueles maneirismos no sotaque, embora nascidos em São Paulo. Para citar apenas três: o escritor Nelson Motta, o produtor de shows Luís Carlos Miele e o rei da noite Ricardo Amaral. Descobrir esta procedência pode causar sobressaltos em muita gente, mas nem tão intensos quanto saber que, apesar do nome, o feijão carioca - de longe, o mais consumido no Brasil, dono de quase 85% do mercado - é tão paulista quanto uma partida entre XV de Jaú e XV de Piracicaba. Outra surpresa: há 40 anos, o carioquinha, como também ficou conhecido, ainda estava, digamos, no juvenil. Nem sequer sentava-se no banco da equipe titular, onde figuravam, na época, o jalo, o preto, o roxinho e o mulatinho - todos batendo um bolão.
As raízes do feijão carioca, integrante da ampla família Phaseolus vulgaris, originária das Américas, estão na zona rural de Ibirarema. Este lugarejo de 6 mil viventes fica nos confins do oeste de São Paulo, a 400 quilômetros da capital. Foi ali que, em 1964, o fazendeiro Waldimir Coronado Antunes, então com 27 anos - e nas horas vagas, jogador de basquete da seleção de Assis, a maior cidade das redondezas -, deparou-se com grãos de feijão de aparência estranha, em meio à plantação de outra variedade, o chumbinho. Formado em agronomia quatro anos antes, Antunes matou a charada: era uma mutação acidental - hoje, ele chama de "transgênico natural". As causas? "Pode ter sido até uma faísca elétrica que mudou o cromossomo da variedade", avalia. Conversando com os lavradores da fazenda, a Bom Retiro, Antunes descobriu que aquele feijão de textura listrada crescia com incomparável facilidade. "Era uma planta bem maior e mais forte, imune a doenças de vírus", lembra o fazendeiro, aos 74 anos, ainda na sua Ibirarema, onde sempre morou por duas vezes foi prefeito.
Tomado pela curiosidade, Antunes levou um punhado de grãos para a mulher, Zezé, cozinhar. O resultado foi um feijão de cheiro aliciante e caldo consistente. Quem provava, aprovava. "Doei sementes para vários fazendeiros da região e todos tiveram a melhor reação", recorda. Sagaz, o jovem fazendeiro selecionou um saco de 30 quilos e o fez chegar ao Instituto Agronômico de Campinas, por intermédio de outro engenheiro agrônomo, Jacob Tosello, que viajava para visitar um irmão. Era o endereço ideal. Antunes relembra: "Vi que, se tivesse a chancela do Agronômico, o grão ia ser um sucesso. Como realmente foi."
O instituto, também conhecido por Iacê - da sigla IAC -, então um braço da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, é uma glória da pesquisa agrícola no país. Foi fundado para aprofundar os estudos do café ainda em 1887, por iniciativa de D. Pedro II, dois anos antes de o imperador ser destronado. Os grãos enviados pelo fazendeiro de Ibirarema entraram oficialmente no Agronômico em 1º de agosto de 1966, já com o batismo de feijão carioca, nome escolhido por Antunes.
Embora tenha sido divulgado que esse batismo provenha de um porco de pele riscada criado na fazenda Bom Retiro, ou das listas das calçadas de Copacabana, semelhantes (com alguma boa vontade) às do feijão, o motivo é mais prosaico. Na época, trabalhavam em Ibirarema muitos lavradores vindos de Nova Friburgo, na Serra Fluminense. Vários deles tinham sardas no rosto, por descenderem de suíços-alemães e somarem à esta herança genética a exposição diária da pele alva aos efeitos do sol dos trópicos. Um desses migrantes, em especial, era o mais sardento: um lavrador apelidado de Carioca. "Por associação, chamávamos de carioca tudo o que tinha aparência pintada e rajada", recorda Antunes, agora arrependido do batismo gaiato. Fosse hoje, daria outro nome. "Feijão Antunes seria bem melhor", brinca. "Quem sabe eu teria ficado rico? Agora essas descobertas na agronomia rendem royalties."
Dentro do IAC, os estudos sobre o feijão carioca ficaram a cargo de outro agrônomo jovem e entusiasmado, Luiz D?Artagnan de Almeida. Começavam as centenas de pesquisas nas duas safras (tanto na seca quanto nas cheias), que comprovariam as qualidades da variedade. Além da resistência às pragas, o carioca era mais produtivo (simplesmente o dobro...) e permitia um cozimento muito mais rápido. Seu problema era a aparência. Naqueles tempos, as variedades de feijão bem cotadas nas bolsas de cereais tinham uma cor única. Os atacadistas não queriam saber dos rajados. Foi preciso que o Banco do Brasil, por meio da carteira de crédito agrícola, intercedesse, dando preferência de financiamento a produtores que optassem pelo plantio do carioca.
O consumidor foi menos reticente. Lançado no mercado em 1971, cinco anos depois o carioca tinha lugar cativo no time e rivalizava com os campeões. Pouco mais tarde, era o preferido do país, um craque consumado e versátil, pronto para ser utilizado nas mais variadas receitas - o chef Vagner Carlos, no restaurante Beco do Bartô, em São Paulo, acredita que seja o ideal para o tutu. Mesmo assim, o carioca treinou muito, passando por melhorias genéticas.
Em 1998, a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) colocou à disposição dos agricultores o cultivar - esta é a palavra técnica para a variante de um determinado feijão - Pérola, com grãos maiores, que se tornaram os prediletos do consumidor exigente. O IAC, por sua vez, continuou os estudos. No ano passado, lançou o Formoso. "Além de um grão bem graúdo, este cultivar tem 20% a mais de proteínas", afirma Alisson Chiorato, pesquisador do Agronômico. "Outra de suas qualidades é a longevidade. Com 40 dias após a colheita, fica pronto em 20 minutos na panela de pressão. Com um ano, precisará de apenas mais 10 minutos no fogo." O mais recente lançamento do IAC é de meses atrás. Chama-se Imperador. "Para o consumidor, não muda muito", diz Chiorato. "As diferenças são uma planta mais ereta, e, portanto, mais adequada para a colheita mecanizada, e, ainda, um ciclo de crescimento com duas semanas a menos."
O Brasil produz de 3,5 milhões a 4 milhões de toneladas de feijão por ano. Quase tudo para consumo próprio, embora, como é próprio dos craques, o feijão carioca já atice a cobiça do exterior. Além de exportado para alguns países da América Latina, vem sendo estudado por uma doas principais organizações de melhoramento genético deste grão, o Centro Internacional de Agricultura Tropical (Ciat) de Cáli, na Colômbia.
Cientistas da entidade consideram o carioquinha uma das mais importantes descobertas alimentares do século passado, embora, como seria natural, façam confusão com o nome. A palavra carioca os remete a gente bronzeada. Nada a ver com aquele lavrador de ascendência germânica e repleto de sardas. Se contarem a esses pesquisadores que, no Rio de Janeiro, o feijão carioca é quase sempre preterido em favor do feijão preto, ficarão desconcertados de vez. Um estarrecimento similar ao dos próprios cariocas se soubessem que boa parte do feijão preto que consumiram este ano veio... da China.

domingo, 1 de setembro de 2013

Delícias da Francella

Quando as cozinheiras não tem o que fazer, elas fazem isso:

Torta nude de morango, quiche de cebola caramelada e cones de frango

domingo, 25 de agosto de 2013

Lasanha

Experimente nossa Lasanha. Aceitamos encomendas para Barra e Recreio.


História da Lasanha

Texto: blog.ifood.com.br – Publicado em 23/02/2012.
A Lasanha faz parte da culinária brasileira tanto quanto a nossa deliciosa feijoada, mas mesmo assim, é um prato muito antigo nascido na Roma antiga. Naquele período a lasanha não era como nós a conhecemos hoje, mas consistia em alguns pedaços de massa, cortados em quadrados, cozidos em uma panela e comidos com legumes e queijo.
Durante muitos séculos a lasanha continuou sendo feita desta forma, e era chamada pelos Romanos de “lasana” ou “lasanum”, que em latim significa “vaso, recipiente”. Isto mais ou menos até o século XIV. Francesco Zambrini, um estudioso do século XIX, descobriu receitas antigas nas quais a lasanha era colocada em tiras ou poderia ser deixada intacta, com várias camadas recheadas de queijo.
Após esta descoberta, Zambrini publicou a receita em um livro de culinária e, graças a ele, a partir de então a lasanha foi feita sempre como a conhecemos hoje, em camadas. Com o passar do tempo, a lasanha transformou-se em um prato muito popular e amado no mundo todo, graças a alguns restaurantes de Bolonha, que criaram a famosa lasanha à bolonhesa e começaram a servir aos clientes no início do século XX. Mas a consagração veio em 1935, quando o jornalista Paolo Monelli cita o prato no seu livro intitulado “Il ghiottone errante” (O glutão errante). Hoje a lasanha pode ter os mais diversos tipos de recheios, desde os tradicionais, até invenções caseiras.